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BRASIL DÁ UM BAILE DE TECNOLOGIA NA RIO +20

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Brasil surpreende o mundo com tecnologias de transportes limpos na Rio +20Indústria e centros de pesquisas acadêmicos apresentam diversas soluções para os transportes coletivos se tornarem ainda mais sustentáveis. Faltam políticas públicas e comprometimento dos gestores

 

ADAMO BAZANI – CBN

 

Um verdadeiro desfile de tecnologias e soluções para melhorar os ganhos ao meio ambiente trazidos pelos transportes públicos, que por eles mesmos já proporcionam uma grande contribuição ao ajudar a diminuir o excesso de veículos de passeio das ruas, uma das maiores causas da poluição atmosférica nas grandes cidades.
É assim que pode ser considerada até agora a Rio + 20, Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
A Rio + 20 ainda não avançou nas questões relativas às políticas públicas sobre mobilidade.
Quando o assunto é a participação dos poderes públicos, em todo o mundo, para oferecer sistemas de cidades que deixem de privilegiar o transporte individual, que financia campanhas em diversos países, as discussões continuam acanhadas.
Muitas vezes, uma solução que melhore o ir e vir e a qualidade de vida das pessoas nem sempre depende de alternativas caras. Só um pouco mais de planejamento e acima de tudo independência e interesse dos gestores públicos.
Mas enquanto os que são pagos pelo dinheiro da população em todo o mundo pouco falam da questão, até o momento, o setor de tecnologia tem feito bonito na Rio + 20. E o mais importante: boa parte das soluções é nacional.
Tanto a indústria brasileira como os centros de pesquisas acadêmicas mostram o que há algumas décadas seria impossível de ser imaginado: trens que levitam, ônibus a hidrogênio que em vez de fumaça soltam vapor d’água, ônibus elétricos híbridos, ônibus a etanol sem perder desempenho em comparação aos convencionais, ônibus flex com Gás Natural e Diesel e até mesmo um diesel que não é como conhecemos, em vez de petróleo, ele é feitop de cana de açúcar.
As soluções em transportes públicos mais limpos estão aí, para todas as demandas, bolsos, urgências e aplicações. Algumas já são realidade e começam estar presentes nas ruas, mesmo que em número pequeno. Outras são realidade, mas ainda estão caras para se tornarem viáveis e há aquelas que ainda dependem um pouco mais de desenvolvimento.
O fato é que a indústria e o setor de pesquisa no Brasil merecem reconhecimento não só na Rio + 20, mas em incentivos para tornarem seus produtos acessíveis, pois se depender de boa parte do empresariado dos transportes públicos e dos gestores do setor, os barulhentos ônibus de motor na frente e os trens e o metrô que dão pane com uma certa constância continuarão presentes na vida de milhões de passageiros no País, sem atrair nem um pouquinho os outros milhões que ocupam demasiadamente as vias púbicas e poluem o ar com seus veículos particulares.

 

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

Conheça o ônibus Híbrido H2+2 desenvolvido pela COPPE/UFRJ e apresentado durante a Rio +20

 

Veículo possui autonomia de 300 km. 

O Laboratório de Hidrogênio (LabH2) da COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveu a segunda versão do ônibus elétrico híbrido a hidrogênio (H2+2) do Brasil, com tecnologia integralmente nacional e que será apresentado durante a conferência Rio+20.

O veículo vem sendo desenvolvido, desde 2010 (versão do ônibus H2), pela COPPE em parceria com a Tracel, Fetranspor e com as secretarias municipal e estadual de transportes. Em 2012, a nova versão, denominada de ônibus H2+2, com menores custos (30%) e menor consumo de hidrogênio (40%), será apresentada na Rio+20, como sinalizadora do compromisso ecológico do Rio de Janeiro e do Brasil.

O ônibus elétrico híbrido a hidrogênio possui autonomia para 300 quilômetros (187 milhas) com uma carga completa das baterias elétricas.

Um terço da autonomia do veículo é produzida por energia elétrica obtida diretamente de uma tomada elétrica comum.

O restante da energia (cerca de dois terços) é produzido dentro do próprio ônibus por uma pilha combustível alimentada com hidrogênio e por um sistema de regeneração da energia cinética que entra em funcionamento durante a frenagem. A frenagem regenerativa é utilizada em vários veículos e também nos carros de Fórmula 1. No ônibus, a frenagem regenerativa possui o objetivo de economizar combustível, aumentando a eficiência energética.

O novo ônibus desenvolvido pela COPPE possui um sistema integrado computadorizado de controle inteligente da distribuição de energia elétrica para os vários sistemas elétricos do veículo (tração do motor, acionamento de portas, funcionamento dos faróis etc).

O projeto pretende oferecer uma alternativa para os ônibus a diesel, que são poluentes e promovem enorme quantidade de ruídos.

O ônibus H2+2 desenvolvido pela COPPE fará inicialmente o trajeto interno do campus da Ilha do Fundão (maior campus da UFRJ) servindo a alunos, funcionários e docentes, mas poderá estar rodando em outras ruas do Rio de Janeiro durante a Copa do Mundo de 2014.

O veículo é extremamente silencioso, com maior eficiência que os ônibus a diesel, baixo custo de manutenção e com zero emissão de poluentes.

 

Fonte: InfoJornal

Programação da Coppe na Rio +20

 

 

Programação da Coppe na Rio+20 começa na próxima quarta.

 

Palestras na Cidade Universitária, inauguração de exposição multimídia e lançamento do ônibus H2+ 2, no Parque dos Atletas, compõem a programação do primeiro dia.

 

A programação da Coppe na Rio +20 inicia na próxima quarta-feira, dia 13 de junho, com uma série de atividades. Às 10 horas, abre um ciclo de palestras, na Cidade Universitária, às 15 horas inaugura uma exposição multimídia, no seu estande, no Parque dos Atletas, onde serão apresentadas 14 tecnologias inovadoras; e às 16 horas, no mesmo local, lança o H2+ 2, a segunda versão do ônibus a hidrogênio com tecnologia 100 % nacional, projetado para substituir os ônibus convencionais a diesel, combinando alta eficiência energética com emissão de poluentes nula.

As atividades fazem parte da programação do evento O Futuro é Sustentável – tecnologia e inovação para uma economia verde e a erradicação da pobreza, com o qual a Coppe marca sua presença na Conferência da ONU, no Rio de Janeiro, de 13 a 24 de junho.

 

A abertura do ciclo de palestra na Cidade Universitária, dia 13, às 10 horas, contará com a presença do reitor da UFRJ Carlos Antônio Levi da Conceição; do diretor da Coppe/UFRJ Luiz Pinguelli Rosa; do vice-diretor da Coppe/UFRJ Aquilino Senra, e do diretor da Escola Politécnica/UFRJ Ericksson Rocha e Almendra.

 

Em seguida, às 10h30, será realizada a primeira mesa do evento, com o tema “Oceanos: limites e potenciais”, que contará com apresentações da oceanógrafa Sylvia Earle, exploradora da National Geographic, do velejador Axel Grael, presidente do Instituto Rumo Náutico, com o qual a Coppe desenvolve um projeto para limpeza da Baía de Guanabara, e dos professores da Coppe Segen Estefen e Paulo Cesar Rosman, do Programa de Engenharia Oceânica.

 

A segunda mesa do dia − “Hidrelétricas, eólicas e alternativas: presente e futuro” – começa, às 11:45h, com a presença do jornalista Washington Novaes, do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, do diretor da Coppe/UFRJ Luiz Pinguelli Rosa, e do professor do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, Alexandre Szklo.

 

O evento futuro sustentável – Tecnologia e inovação para uma economia verde e a erradicação da pobreza é promovido pela Coppe/UFRJ em parceira com as empresas Tractebel Energia S.A., Furnas Centrais Elétricas/Eletrobras, Santander, GE, Braskem, BG Brasil e Halliburton.

 

Confira a programação completa do evento no hotsite: http://www.coppenario20.coppe.ufrj.br

 

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA DA COPPE




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